18 de novembro de 2016

Minhas descobertas mais felizes dos últimos tempos

Então, gente, quando eu descubro coisas muito legais, eu fico extremamente empolgada e quero mostrar pra o mundo. Algumas vezes, o mundo já conhece o que te empolgou e é maravilhoso ter com quem compartilhar aquela descoberta. Outras, porém, ele não dá a mínima, porque o que eu posso ter achado incrível, você pode não ver a mínima graça. A questão é: dar a chance de escolha.

Por isso, estou aqui para mostrar algumas coisas que me encantaram ultimamente, nem que seja para registrar o que me veio na mente nos últimos meses em que sumi do blog e, se alguém aí se identificar com algo de que eu falei, diz que sim e vai atrás de conhecer melhor. É tão bom se sentir entendido.Como se alguém estivesse te dando um abraço quentinho num dia de inverno. (Cá entre nós: melhor sensação.)


"O fabuloso destino de Amélie Poulain" e "A delicadeza do amor"


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A menos de um ano atrás, a trilha sonora de Amélie me apareceu como sugestão de playlist no YouTube e eu me apaixonei pelas canções. Algo inédito e surpreendente pra mim que dificilmente escuto músicas: 1) instrumentais 2) de um mesmo artista e 3) que gosto de cara. Pelo contrário! Sou completamente aleatória, gosto de acompanhar as letras cantando e demoro bastante para me viciar numa canção. Considerando isso, já tive um indício do quanto Amélie me desconstruiria, a ponto de eu ir lá escutar a trilha para me sentir inspirada mesmo sem conhecer nada da história que estava por trás. Quer dizer, a Jenny já havia postado algo sobre ela por aqui, então isso não é bem verdade, mas eu não tinha me aprofundado na questão. Isso só aconteceu depois que eu conheci o trabalho da Audrey Tautou em A delicadeza do amor e eu não me arrependi nem um pouquinho.

Assisti ao filme recentemente e, agora, conhecendo bem, manter o hábito de escutar sua trilha me deixa ainda mais feliz. Parece bobo, mas, de alguma forma, eu acho que adiei ao máximo assistir com receio de me decepcionar e estragar algo que eu já tinha de forma especial. Mas sabem o que eu disse sobre o abraço quentinho? Imaginem um agora mesmo e ele corresponderá ao filme O fabuloso destino de Amélie Poulain se você tem uma personalidade introvertida e, ao mesmo tempo, corajosa e ansiosa por descobertas e pequenas felicidades.

love amelie le fabuleux destin damlie poulain happy ending amelie poulainO fabuloso destino de Amélie Poulain

Por não ser um filme convencional, ele pode gerar certo estranhamento de início, mas, uma vez que ele te pega, seja pela identificação ou pela sensibilidade de entendê-lo um pouquinho, você começa a se sentir acolhida e a aceitar melhor sua própria estranheza. Pelo menos, essa foi minha experiência e eu acho que, no fundo, nós todos temos um pouco dela. Meus sorrisos bobos se dirigiam às cenas que algumas pessoas considerariam as mais banais, mas que, magicamente, contém toda a graça do filme. E a fotografia é absolutamente linda.

Inspiração é a palavra que define. ♡


                                                           O fabuloso destino de Amélie Poulain

Por eles estarem ligados pela mesma atriz, Amélie acaba me lembrando A Delicadeza do Amor, então os reuni nesse tópico, mas este último já era um favorito, como eu bem disse lá em cima. Apesar dos contextos diferentes, ambos invocam sentimentos que me fazem feliz. A Delicadeza me faz pensar na ideia de viver a vida que você gostaria e não a que outras pessoas desejam pra você. Não importa se suas decisões parecem malucas ou se vão causar desconforto e estranhamento aos olhos dos outros. Eles não te conhecem melhor do que você mesmo e, se você está feliz com elas, isso é o que importa.

Imagem de audrey tautou
A delicadeza do amor

Eu amo que esse filme foi o primeiro a desconstruir a ideia que eu tinha dos filmes franceses, porque eu ainda não havia assistido um que tivesse me encantado até então. E não há outro conceito para ele a não ser a delicadeza que já lhe dá título. Outra coisa: a trilha sonora dele também é maravilhosa. (Eu, claramente, valorizo isso). Agarrei amor numas músicas da Emilie Simon depois que vi o filme.

De toda forma, ambos os filmes conseguem trazer o melhor de Paris. Mesmo sem que eles foquem na cidade em si, a gente consegue ver beleza nos detalhes e isso é muito legal. ♡


Oh Wonder   

Imagem relacionada

Eu não diria que sou fã, até porque não conheço a fundo, mas gostei muito, muito, muito, de alguns clipes que descobri por acaso. (Eles são uma banda, gente.) Lembro que a primeira vez que escutei All We Do foi numa playlist aleatória e eu estava procurando alguma coisa na internet, mas daí comecei a prestar atenção nas coisas que as pessoas estavam falando enquanto a música tocava, além da letra em si, e fiquei subitamente interessada. Voltei o clipe e escutei de verdade.

Enquanto a letra faz uma crítica ao jeito que vivemos usualmente, vivendo dia após dia sem propósito ou nos escondendo, as pessoas no clipe vão dando depoimentos muitos tocantes sobre ser humano e o quão bem faz a nós mesmos fazer a vida de outras pessoas melhor. Nos perder, nos achar, achar outras pessoas. Eu sou bem bobona com essas coisas, porque penso bastante no estilo de vida que eu quero pra mim, então gostei do conceito e assisti mais algumas vezes pra tentar absorver melhor. Olha só:


Outro clipe que eu adoro deles é o de Lose It. Dessa vez, passando uma sensação menos desconfortável, se é que posso dizer assim. De liberdade, felicidade... ♡ Dá vontade de sair dançando também! hahaha Sério, tem horas que a gente fica de saco cheio de algumas amarras.

 E ah, só escutar a música é bom, mas confiem em mim, tenham a experiência completa:

"you gotta give yourself a moment,
let your body be"

AIESEC 

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Lá estava eu, entediada na sala da minha universidade, pensando no que faria da vida e daquele dia para que eles fossem mais suportáveis, quando um grupo dessa organização apareceu apresentando seus ideais e compartilhando experiências. Mal sabia eu no que estaria me metendo alguns meses depois.

A fim de promover o multiculturalismo e incentivar os jovens a desenvolver sua liderança e empoderar o maior número de pessoas possíveis, eles nos convidaram a participar de seus projetos sociais fora do país e eu fui fisgada. Essa proposta foi um ar fresco muito bem-vindo em meio ao caos que estava minha cabeça no momento e, à medida que eles foram explicando melhor como tudo funcionava, fui ficando com mais vontade de fazer parte daquilo.

Se já é surpreendentemente bom se sentir entendida por alguém, imaginem quando isso acontece junto a uma organização. Enquanto observava o desinteresse da maioria da minha turma (alguns, inclusive, reclamaram do tempo que eles ocuparam da aula), tive mais certeza de que queria mais gente que pensasse como a AIESEC ao meu redor. Fui atrás de mais informações, mais compreensão, e eu achei de monte. Daqui a menos de duas semanas, eu viajo para a Colômbia.

Espero voltar a falar muito sobre isso por aqui e que essa descoberta feliz seja aquilo que eu preciso. ♡

Para conhecer: aiesec.org.br/estudantes 


Reggaeton

Talvez isso tenha alguma relação direta com a Colômbia. Talvez não. hahaha Mas falando sério, eu comecei a escutar como quem não quer nada, porque a Jenny não parava de comentar sobre um certo cantor (entrego sim, senhora). Não fazia ideia de que ele era colombiano até me falarem. Na verdade, eu não fazia ideia nem de quem ele era.

Num dia de total tédio e falta do que fazer, fui ver um clipe do tal ser humano, porque escutar eu acho que já tinha escutado e não dei muito valor. Resultado: estou naquela fase de vício insuportável, que até eu mesmo estou enjoando de ouvir, mas não consigo parar.


E, com essa, eu me despeço.

Mentira, deixa eu mostrar pelo menos mais uma música desse ritmo tão legal que invadiu minha vida nos últimos dias. O Maluma foi só uma porta de entrada.

(A gente só precisa ignorar as letras de vez em quando, ok?)


~ • ~

Descobertas são ainda mais felizes quando compartilhadas. Algo em mente?
Até mais ♡
Lis


Escrito por: Lisete Reis


 

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